A greve 'é promovida por um grupelho radical com motivação político-eleitoral, prejudicando à população e descumprindo com a Justiça', assinalou o governador Geraldo Alckmin, que ressaltou que os grevistas descumprem uma decisão da Justiça do Trabalho ao não manter a operação do Metrô em 100% de sua capacidade no horário de pico.
Segundo as autoridades municipais, que suspenderam o rodizio de carros nesta quarta, a paralisação de quatro das cinco linhas do metrô e de dois sistemas de trens metropolitanos afetaram 6 milhões de usuários diretamente.
Na estação Corinthians Itaquera houve confrontos entre um grupo de estudantes que apoia a greve e agentes da polícia. Apesar da situação de revolta por parte da população, apenas uma mulher foi detida, de acordo com as informações da Polícia Militar de São Paulo.